VEM GIRAR MEU SOL

<fernando> você gosta de andar de bicicleta? <carolina> gosto <fernando> vamos andar de bicicleta amanhã? <carolina> pode ser <fernando> a gente vai até a orla e na volta fica conversando naquela pracinha em frente à ilha no fundo do clube <carolina> onde fica a porta do sol? <fernando> falando assim parece que vamos para uma […]

BABY

Largamos as bicicletas no chão próximo a um banco e começamos a andar na beira do rio, do outro lado estava a ilha de onde as pessoas saíam para passear de caiaque, corremos até o muro do clube na direção da porta do sol. Ele me dá a mão e me puxa para essa entrada […]

UM VERÃO COM MONTAIGNE

O livro Um Verão com Montaigne de Antoine Compagnon é delicioso, gostaria de ter ouvido o programa de rádio transmitido na França no verão de 2012 que deu origem ao livrinho que me acompanhou nesse verão. A minha frase preferida de Montaigne diz assim: “não sendo capaz de governar eventos, eu governo a mim mesmo”. […]

CHINA ROSES

China Roses127 é uma música da cantora irlandesa Enya lançada em 1995 no seu quarto álbum Memory of Trees que em uma das estrofes diz assim: quem pode me dizer se temos um paraíso, quem pode dizer o modo como deveria ser? Lembrei dessa música quando li na internet a notícia de que o autocontrole […]

PARA LÁ DOS SONHOS

Nesta semana o Atlas da Desigualdade, um projeto conjunto do MIT Media Lab e da Universidade Carlos III de Madri, foi lançado na plataforma Carto. Utilizando dados do programa Data for Good do Cuebiq e dados anônimos do Foursquare para examinar os padrões de mobilidade humana os pesquisadores liderados por Esteban Moro e Alex Pentland […]

CAMINHOS ESCRITOS

Você me chama para sair dessa cápsula, gato, através da janela vejo bolotas enfileiradas que sigo contando enquanto penso nos caminhos escritos para cada um de nós. Ligo a televisão, é uma notícia triste, mais de cinquenta pessoas morreram nas Filipinas no último fim de semana do ano devido à tempestade tropical Usman que avançou […]

OH, THE PLACES YOU’LL GO

Aquele robô que você construiu para mim é muito desajeitado, me faz lembrar dos robôs de Simone Giertz que nunca desempenham as funções para que foram projetados corretamente. Acho isso inesperadamente divertido porque subverte o princípio básico de que as máquinas das pessoas devem obedecer às pessoas. Máquinas rebeldes, voluntariosas, já foram reeducadas depois da […]